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Residência em Medicina Intensiva: a demanda por profissionais é maior que a oferta!

Residência em Medicina Intensiva: a demanda por profissionais é maior que a oferta!

Residência médica em Medicina Intensiva é um campo de atuação de extrema importância para a sociedade, portanto, como as demais áreas da saúde, exige um grande comprometimento com os estudos e com a constante atualização.

O profissional com especialização em Medicina Intensiva é aquele que lida com o paciente criticamente enfermo e que precisa de cuidados especiais em Unidades de Terapia Intensiva, as UTIs. Para fazer a residência médica em Medicina Intensiva, o médico precisa ter concluído ao menos dois anos de residência em Clínica Médica, Cirurgia Geral, Anestesiologia, Infectologia ou Neurologia.

Dessa forma, a especialização para UTI adulto tem a duração de dois anos. Vale ressaltar que a residência médica em Medicina Intensiva é uma especialidade reconhecida pela Associação Médica Brasileira (AMB) desde 1981, ou seja, é uma especialidade relativamente nova e demanda constantes estudos e pesquisas, para assegurar o seu aperfeiçoamento e crescimento. Desse modo, infelizmente, ainda existe a carência de profissionais habilitados no mercado.

Se quer saber mais sobre a especialidade, continue lendo esse artigo!

Leia também: Conheça as especialidades médicas que você pode atuar!


O que é a residência médica em Medicina Intensiva?

Em primeiro lugar, a Terapia Intensiva é uma especialidade jovem, reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina desde 1992. Além disso, sua origem está intimamente relacionada ao tratamento especializado oferecido a feridos de guerra pela enfermeira Florence Nightingale em torno de 1850, sendo hoje reconhecida como a precursora dos cuidados intensivos.

Estão aptos a realizar residência em Terapia Intensiva, médicos que possuem residência completa em Clínica Médica, Cirurgia, Anestesiologia, Cirurgia geral e Infectologia. Assim, o curso se completa em 2 anos, quando há possibilidade de prestar prova para o título de especialista.

Portanto, para te ajudar a definir qual é a instituição de residência médica que melhor se encaixa nos seus objetivos, preparamos esse conteúdo exclusivo, confira:

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Como é o dia a dia?

O intensivista pode trabalhar como rotineiro/diarista em UTIs gerais ou especializadas, como plantonista ou exercendo também a especialidade na área em que fez residência anteriormente.


Oportunidades de trabalho na residência médica em Medicina Intensiva:

O mercado de trabalho para o intensivista é vasto. Atualmente todo hospital terciário é obrigado a ter no mínimo 6% de seus leitos voltados a terapia intensiva. Hospitais privados costumam ter de 20 a 40% de seus leitos voltados aos pacientes críticos.

Assim, a demanda por especialistas atualmente é bem maior que a oferta, fazendo com que os recém titulados sejam rapidamente absorvidos pelo mercado de trabalho, tornando-se, portanto, médicos rotineiros e com grande chance de ascensão para cargos de supervisão e gerência de acordo com suas competências.

Leia também: Caminhos após a graduação em medicina, quais você pode seguir?


Número de especialistas:

Atualmente existem cerca de 5 mil intensivistas registrados pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB).


Especialidades correlacionadas a residência médica em Medicina Intensiva:

A terapia intensiva talvez seja o ambiente onde o espírito multidisciplinar se torna, portanto, mais necessário.

A interação harmônica entre as equipes (enfermagem, fisioterapia, nutrição, higiene, hotelaria) é fundamental para obtenção de bons resultados assistenciais e bom ambiente de trabalho.

Frequentemente existe a necessidade de pareceres e atuações de outras especialidades, fazendo com que o médico intensivista seja, então, um “maestro” responsável pela organização e liderança do grupo.


Área de atuação:

Como falado, o intensivista pode atuar em UTIs gerais ou especializadas.

Leia também: Prova de título para se tornar um especialista

Tem dúvidas sobre fazer residência médica no Brasil? Então veja também um vídeo sobre as vantagens de fazer residência médica no Brasil:


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